Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Mundo da Marta

Este é o meu mundo, o meu reflexo, tudo o que faz parte de mim.

O Mundo da Marta

Este é o meu mundo, o meu reflexo, tudo o que faz parte de mim.

A falta de aceitação pelo votos dos outros...

Muito bem esclarecer aqui antes de mais as premissas necessárias:

- Liberdade de expressão não se aplica apenas às opiniões mais comuns ou maioritárias.

- O voto, é livre, de escolha individual e ponto final.

 

Vejam a contrariedade das vossas acções quando domingo se apregoam aos 7 ventos fui votar, venham votar! Vão votar! mas quando umas centenas de pessoas exercem o seu direito de voto, em seguida, são censuradas por isso. 

Vejam a contrariedade quando dizem que são pela liberdade mas depois JULGAM o votos dos outros.

Independentemente da vossa orientação políticas essas pessoas votaram e saíram de casa para votar... mais revoltante é a metade do país que não exerceu o seu direito ao voto mas que poderá depois queixar-se e lamentar-se pelas escolhas feitas. 

 

Não se pode falar em "eu sou pela liberdade", "ahh a liberdade está a morrer" quando a vossa atitude a mata ainda mais. 

O meu alinhamento político não é extremista, seja para que lado for, mas compreendo as razões de quem o tem. 

Aliás tem sido um movimento crescente em todo o mundo...

Por acaso viram os resultados eleitorais na Itália, Espanha? EUA???

Acham que é na censura que está a forma de lidar com uma tendência crescente em todo o mundo?

 

Antes de censurar já experimentaram tentar perceber as razões daquele eleitorado?

Não que seja necessário perceberem porque... é a liberdade deles. 

Mas se quiserem manifestarem-se que o façam com conhecimento de causa.

 

O problema da nossa sociedade é este, no apregoar da liberdade tentam matar a liberdade das pessoas cujas opiniões não vão de encontro com as dela...

Comes carne? Assassino devias ser vegetariano.

Votas Ventura? És fascista...

Tudo o que é ser extremista não leva a nada de positivo. 

 

Mas e tu?

Sim aquele que censura e julga o voto dos outros? O que és tu?

Não és o mesmo? Não praticas um comportamento negativo de julgamento, de retirar a liberdade aos outros?

Se eles votam votam em consciência, é um direito deles! E se forem pesquisar este tipo de votos surge de um profundo sentimento de injustiça, de descontentamento com políticas sociais com as quais não concordam, de não protecção a camadas da sociedade que vivem de rendimentos sociais (e não não estou a falar da comunidade cigana porque não é essa que tem um peso massivo na nossa sociedade alimentada a rendimentos sociais... eles são apenas 7%). 

Para quem trabalha e paga impostos, ver uma parcela gigante desse rendimento a ser "comido" por impostos, ver os hospitais a não servirem o seu propósito e falo antes do covid, ter que pagar 11% de segurança social mas depois usar seguros de saúde privados...

São razões para estas pessoas votarem no extremo e mostrarem o seu desagrado.

 

 

São válidas ou iguais para todos nós? Não.

Mas são as opiniões deles.

E aqui eu sou a favor pela liberdade e respeito pelos outros. 

 

Este argumento poderia servir para a abstenção, mas não. Se querem manifestar desagrado façam voto nulo ou branco mas não fiquem em casa.

E sei que muitas pessoas este ano viram este direito de votar retirado por falta de preparação de um sistema que deveria ter estado mais preparado para os efeitos da covid e isso sim é triste. 

 

Por isso mais liberdade sim sem condicionalismos minha gente. 

 

 

 

#YôgaFriday Crescimento

Desengane-se quem acha que o yôga é chegar fazer umas posições e está feito. 

A nossa prática tem 7 etapas e só uma é de posições físicas. 

Isto esclarece?

 

As técnicas respiratórias, de limpeza orgânica, de agradecimento, meditação, concentração, os mantras... Tudo isto, juntamente com a parte da aula em que praticamos as posições físicas, é o que faz do yôga algo tão especial.

 

É ter aqueles momentos em que encarrilamos novamente o comboio para a linha certa, em que definimos objectivos e metas para a nossa vida, o nosso corpo, a nossa saúde.

É crescer.

Essencialmente é conhecermo-nos como nunca antes, saber e perceber aquelas rotinas tóxicas do nosso cérebro, detectar e tentar corrigi-las.

É crescer e perceber as barreiras psicólogicas que vamos criando ao longo da vida e que pouco a pouco vão sendo desconstruídas, porque conseguimos uma permanência numa posição que nunca antes tinhamos conseguido, porque conseguimos ir mais fundo na meditação...

É aproveitar todos os dias para melhorarmos um bocadinho, força de braços, flexibilidade, compreensão, carinho, amor próprio... 

 

Boa sexta-feira!

As saudades que tinha desta minha rubrica! 

 

1.JPG

 

365 Dias de Yôga

No ínicio do ano propus-me voltar ao yôga, mas a sério...

O compromisso comigo própria é fazer todos os dias um bocadinho de Yôga e podem seguir no Instagram

Todas as terças e quintas é dia de aula de 1:30h para nos por no sítio a musculatura, mas mais importante que isso, o espírito. 

 

No resto dos dias, treino a flexibilidade, a força, as posições, a meditação e introspecção, um bocadinho de cada vez...

Esta é uma daquelas resoluções de ano novo que não me sabe a isso...

Até porque essas caiem normalmente no primeiro mês.

 

Sabe-me a trabalho interior, a melhoria física, a cuidar de mim.

Agora com novo confinamento tudo isto torna uma dimensão ainda maior. 

 

É importanto cuidarmos do nosso corpo físico bem como da nossa alma. 

Meditar, relaxar, ler um bom livro, beber chá em frente à lareira, ver futebol, pintar, escrever, encontrem algo que vos ajude a sentirem-se bem e a dedicarem aquele tempo só para vocês.

Há quem faça yôga, há quem faça boxe, e uma infinidade de coisas. Mas façam. 

 

Por aqui vai ser o meu escape preferido, torcer o meu corpo, levá-lo ao limite, torcer a minha mente, quebrar barreiras psicológicas, para não quebrar. Simples. 

O que vão fazer neste confinamento para cuidarem de vocês?

 

 

 

Lutem contra tudo isto... Fiquem em casa

Depois de ver o testemunho do Dr. @gustavocarona isto foi a única coisa em que consegui pensar... Agradeço desde já tudo o que faz e, claro toda a comunidade médica, por todos nós.

O tempo de optimismo já lá vai.
A sombra da morte, do terror, da perda chegou.
E chegou em toda a sua força e em toda a sua magnitude.

Não discrimina e não hesita em roubar nos o que de mais precioso temos.
Todos os dias vemos os mais preciosos de alguém a irem, a desaparecerem...
Os números são pessoas, que amaram, são amadas, mães, pais, amigos e família de outras pessoas.

O tempo para ser optimista também já foi.
Do outro lado o inimigo é implacável, não dorme, não descansa, não evita lugares públicos, não evita crianças.
Não tem compaixão.
Nós também não podemos facilitar.

Temos de ir arranjar forças quando já quase não as há.
Mas elas são precisas, e a maior acção que podemos ter agora é ficar em casa e assim todos juntos lutarmos contra esta sombra.
Temos que ficar em casa e não dar oportunidade a este inimigo invisível para se propagar ainda mais.
Temos que ficar em casa, engolindo as lágrimas, as saudades, os carinhos que ficaram por dar, mas assim dar uma hipótese aos que amamos de ficarem seguros, protegidos deste monstro.

E no final, sim porque o final virá, se tivermos força estaremos todos cá para matar as saudades e dar os abraços que tanta falta nos fazem.

Para chegar ao final e chegarmos vitoriosos, temos de ficar em casa.

Para bem de nós, dos que amamos, dos médicos, enfermeiras, auxiliares, que têm de sair todos os dias....
Nós temos de ficar em casa. É esse o nosso papel nesta luta.

Luta comigo.
#ficaemcasa

 

IMG_20210119_234522_812.jpg

 

The Ordinary... conhecem?

Nestas alturas estranhas, de confinamento, de stress acrescido...

Decidi que me devia dedicar mais ao cuidado da minha pessoa e da minha pele. 

 

Tenho ido fazer caminhadas de 5km, tenho tentado ter atenção ao que como e tenho tentado minimizar o stress de todas as maneiras possíveis. 

Há uns meses comecei a seguir no Youtube esta expert em dermatologia, e comecei a perceber melhor alguns conceitos  de cuidado de pele, e marcas como a The Ordinary. 

Fiquei muito curiosa, vi todos os videos possíveis que aquilo no inicio parece complexo... E a verdade é que arrisquei.

Eles são uns queridos, têm uns assistentes online que lhe explicamos os pontos que queremos corrigir na pele e eles fazem a rotina para de manhã e à noite que mais se adequa. 

Na minha mãe os resultados foram tremendo. 

Já partilhei no meu Facebook e Instagram espreitem lá. 

 

Agora aproveitei para encomendar novamente e abasteci-me, estão em promoção e os produtos são muito acessíveis e a qualidade não mente. E entretanto a minha sogrinha vai começar também. 

Ao partilhar o que gostamos podemos sempre ajudar mais alguém... 

 

Quem tiver curiosidade passe no site: The Ordinary

Já conheciam esta marca? Já tinham ouvido falar?

 

IMG_20201113_113132.jpg

 

 

 

O Mundo da Marta

Esta é a minha história e das mudanças que nos últimos dias aconteceram por aqui...


Criei o meu blog Home Sweet Home em 2015.
Tinha acabado de fazer a nossa árvore genealógica, de escarafunchar pilhas de registos centenários e de conseguir reconstruir as minhas origens até aos anos de 1700...
Acho que nessa altura procurava conhecer-me um bocadinho melhor e muitas vezes é no nosso passado que está um pouco da nossa essência e do nosso futuro.

Inspirada pelo facto de algumas das pessoas que fazem parte da história da nossa família terem um negócio de importação e exportação, tentei criar um loja online do mesmo género.
Deu-me um prazer imenso criá-la e construir o meu primeiro site. Descobri que gostava muito desta componente de webdesing e desde aí tenho vindo a aprender.
Descobri pouco tempo depois, aliás redescobri que gostava de escrever...
A loja online caiu por terra, mas o blog não...

Percebi que tinha medo, de num futuro distante, não me poder recordar de todos os momentos que estava a viver.
O meu avô faleceu com Alzheimer e a verdade é que essa sombra paira sobre nós...
Estava na altura de começar a idealizar um processo de uma casa em conjunto, um projecto que já ansiava há anos.

Desde daí muita coisa aconteceu e praticamente tudo foi registado...
Se no início me resguardei quanto à minha identidade... agora... agora está lá para todo o mundo a ver.
Esta sou eu, os meus interesses, gostos, desgostos...
No futuro se não me conseguir lembrar tenho ali um registo dos momentos maravilhosos que contribuiram para que fosse quem sou.

E por isso o novo nome... O Mundo da Marta.
Este é o meu Mundo... Sejam muito bem-vindos.

FB_IMG_1599498346627.jpg

 

Voltar à "Normalidade!"

Hoje é feriado, e como parte do regresso à "normalidade" volta também o privilégio de trabalhar nos feriados. 

Ahahaha estou a ser irónica, claro está!

 

Esta semana foi a minha vez de regressar ao escritório, por ter a minha doença auto-imune de estimação... até agora estive reservada em casa. No entanto, esta semana, vários colegas iam estar ausentes do trabalho e por isso a je teve que voltar à rotina do escritório e não de trabalhar de casa. 

 

Isto do voltar à "normalidade" tem muito que se diga.

 Acho mesmo que para muitas pessoas isso nunca vai acontecer porque nada vai ser como era antes. Incluindo eu. 

 

Para outras pessoas, bem, acho que já se esqueceram do que foi o inferno de estar preso(a) em casa e já se borrifaram para isso. 

Ainda ontem, sim porque os feriados não me podem calhar só a mim, estava na praia, numa esplanada, com a distância de segurança a apanhar um solinho e a beber uma sangria de espumante e frutos vermelhos... e nas duas  mesas ao lado, cada uma com duas pessoas, essas pessoas estavam agarradas ao telefone, nada de conversação nada de convívio... Não entendo!

Mas infelizmente contava que isto pudesse a acontecer... o já passou, o esquecimento rápido, o regresso às rotinas e o não valorizar aquilo que já era importante e que a quarentena devia ter reforçado ainda mais...

 

No escritório, é só ridículo algumas regras impostas... então... não podemos usar a copa para almoçar, mas podemos lá ir aquecer a comida, e devemos comer às secretárias... Há tanto de errado aqui que nem vou alongar... Tirem as vossas conclusões.

Nas rotinas de trabalho, já sentia falta dos colegas, trabalhar em casa para muitas pessoas deve ser muito solitário, como eu comunico com pessoas o dia todo não notei tanto. Mas o estar fisicamente com as pessoas senti falta. No entanto, era bem capaz de trabalhar de casa o resto da minha vidinha. 

 

Andar de autocarros, aquele mito das lotações estarem reduzidas para metade, pois... é só mito porque o sr condutor parece o diabo à porta do inferno a deixar entrar, quantos mais melhor... todos de máscara de facto, mas a lotação não está a ser cumprida. 

Andar de metro, tive que fazer a distinção entre metro e autocarro, porque aí de facto nota-se a diferença cada lugar de 4 praticamente vai só com uma pessoa e o volume de pessoas reduziu drasticamente. 

Andar de transportes era o meu maior receio, escusado será dizer que desinfecto as mão quando passo o passe, quando entro, quando saio, quando entro novamente, no meio da viagem é a loucura do desinfectante das mãos. Mas pronto faz-me sentir mais segura. 

 

Entretanto conheci a menina Choe Ting no youtube e temos tido uma relação de amor e ódio, adoro os resultados dos exercícios físicos dela, odeio os exercícios em si... quem a conhece sabe do que falo espreitem o youtube dela e os vídeos dela e depois contem-me se não acham a menina a personificação do demónio. 

 

Portanto a minha vidinha segue "normalmente" se isso ainda se pode dizer, já comecei a ver os meus pais sogros amigos e afins... Já não aguentava não estar com eles. 

Mas com a situação em Lisboa tão complicada temos tido muito cuidado ainda. 

 

Acima de tudo é tentar manter a sanidade mental, respirar fundo (com máscara ou sem ela) e fazer coisas que nos fazem bem, comer bem, yôga, meditação, ler, cantar, dançar... o que funcione para vocês. 

 

E por aí?

Como andam?

Marta

 

 

 

 

 

 

 

❤ Ellie & Carl Estás gostante?

Esta é aquela coisa só nossa...

Parecido com aquele reforço de amor que às vezes todos precisamos... como o amas-me? só para ouvir aquele sim. 

 

O "Estás gostante?" é essa coisinha só nossa, e a resposta tem de ser "Sempre". Não é Sim... é Sempre!

Nunca tanto nesta quarentena do demónio isto fez tanto sentido.

Este é sem dúvida o valor sobre o qual assenta o nosso amor, um pelo outro, pela família, por todos os que ocupam um bocadinho no nosso coração. 

Amarmos SEMPRE!

No bom é fácil amar, no mau nem sempre... Amar alguém pelas suas qualidades é fácil, mas costumo dizer que as amamos verdadeiramente pelos seus defeitos.

 

Estás gostante por esse lado?

 

Home Sweet Home 3 ❤

 

Faz hoje 3 anos que vivemos juntos...

Três anos! Parece que foi ontem...

 

Gosto de ter o blog por isto para poder relembrar aqui o que senti exactamente nessa altura:

A Casa 1, A Casa 2, A Casa 3, A Casal Final.

 

Foram 3 anos tão bons, cheios de crescimento dos dois lados, aprendizagens e descoberta de coisas novas...

Épocas mais dificeis em que a nossa cumplicidade fica reforçada, mas épocas tão felizes que enchem o coração de quentinho. 

Adoro os nossos momentos de dança sozinhos no meio da cozinha só porque sim, as manhãs enroscados na cama só porque não apetecia sair do quentinho, as tardes enrolados no sofá com a lareira a crepitar como fundo, as noites de jantares com amigos, com pais e a confusão do momento mas depois a calma a seguir e a sensação de calma a seguir e coração cheio...

Até o que não gosto amo, os berros para arrumares a toalha que deixas sempre pendurada na porta, a forma como te perdes sempre a fazer algo quando é para vir jantar ou almoçar, o vires para a cama tarde e mal porque adormeces a ver tv... até isso aprendi a amar. 

Gosto de como pensamos de forma tão parecida na maoria das coisas e como ainda tenho vontade de aprender contigo e tu comigo, para podermos ser ainda melhores.

E gosto de sermos o porto abrigo um do outro...

Se por um lado quando preciso tu estás lá, com apoio, flores e miminhos, por outro sei que quando precisas o meu ombro está sempre disponivel. 

Gosto que tu saibas primeiro o que me apetece antes de eu própria saber...

 

São 3 anos que espero serem apenas os primeiros de muitos mais.

A nossa história já se desenrola há 14 anos, cheia de capítulos, memórias... 

Mal posso esperar pelo que ainda nos espera!